Prêmio Gato Preto: uma conquista da arte

 

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Por: Meire Moreira

Em sua quarta edição, o Prêmio Gato Preto de cinema conta com a participação de 52 trabalhos, entre animações, minicurtas, curtas e documentários. Amadores, profissionais, alunos e comunidade concorrem ao prêmio. A premiação que sempre contou com a participação de jurados de renome no cenário artístico teve nesta edição a presença de Mauro Alice, montador de Carandiru, do crítico de arte Walter César Addeo, da diretora da Fatea Ir. Olga de Sá, da diretora da Comunidade das Irmãs Emília Piedrahita Jaramilo e do cinéfilo Joel Benedito Ramos.

Mauro Alice elogiou a qualidade dos trabalhos e as temáticas abordadas. “Eles estão mais aprofundados em relação aos anos anteriores, com um olhar mais fora da película.”

O aluno do 3º ano de RTV Érike Oliveira participa pela primeira vez. O curta “Irreversível” foi um trabalho de equipe – Zé, Luciane, Valdívia, Angélica, Tamyris, e Paulo- que levou um mês para ficar pronto. “A idéia foi passar a mensagem que bebida e direção realmente não combinam.”

Para a professora Olga Arantes, o segredo de um bom trabalho é o roteiro. “Ele garante que o filme seja bem realizado.” A premiação é feita em dinheiro, troféu, menção honrosa e certificado de participação que entra no currículo do estudante ou profissional. “Vários inscritos se deram por satisfeitos de ter uma oportunidade de mostrar seus trabalhos; saber isto foi muito gratificante.”

O troféu Gato Preto foi idealizado por professores da casa, Marcus Vinícius e Nelson e reverencia a primeira exibição de um filme acontecida em Paris, em 28 de dezembro de 1895 no Café Chat Noir (gato preto).

Durante a mostra competitiva acontece também a exibição de filmes infantis e dos trabalhos inscritos no Festival. A premiação aconteceu no dia 30 de outubro às 19h30 no auditório Clarice Lispector, na Fatea. Confira os premiados:

Menção honrosa e troféu Gato Preto: “Dogão”, “Júlio Sofredini”, “Memória imediata”, “O pôquer interminável”, “Super cartão de oferta” e “Via Crucis”. A atriz Tami Yogi também recebeu menção honrosa Revelação, por sua atuação em Augusta. O prêmio Júri Popular ficou com “O panda e o pinto”, o terceiro lugar para “Um dia desses”, o segundo com “A invenção perfeita” e o primeiro lugar foi para “Reinações de Clarice” de Talita Pires de Albuquerque, Luciana Zangrandi e Bruno Madella Santos.  

 

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