100 anos: “Tu dirás que é a Morte: eu direi que é a vida”

 

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Por: Josafá de Jesus Moraes. 

Duas vezes por semana eu vou à Academia Brasileira de Letras (ABL) e passo próximo ao busto de Machado Assis e leio a famosa frase dele: “a glória que fica, eleva, honra e consola”. Não há uma visita minha à  Academia que eu discretamente  não pare e diga, como vai o senhor, conta a catedrática escritora, Nélida Piñon.

 

Instituído pelo Ministério da Cultura como “Ano Nacional Machado de Assis”, 2008 marca o centenário da morte do maior escritor brasileiro e fundador da ABL, Joaquim Maria de Machado de Assis, que nasceu em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro. Machadinho, como era conhecido, estreou na literatura, em 1855, com quinze anos, com a publicação, na revista Marmota Fluminense, com o poema “Ela”. 

A profundidade de seus escritos aliada à elegância peculiar do uso das palavras, o fizeram memorável no desenvolvimento da língua portuguesa. Muitos de seus personagens foram além da obra, como é o caso de Capitu do romance Dom Casmurro e da sátira de Brás Cubas em Memórias Póstumas de Brás Cubas, personagens que até hoje inspiram filmes e novelas, muito embora a relação passe despercebida pelas pessoas. 

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