Período de Chuvas é propício para multiplicação de caramujos

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Por: Eduardo Gois

No bairro Nova Lorena os moradores sofrem.O motivo é a proliferação do molusco Achatina Fulica,conhecido popularmente como Caramujo africano.Com o período de chuvas,além do estrago ambiental,começa também o aparecimento em localidades residenciais.Eles ficam nos quintais das casas.Preocupação para a dona de casa,Maria Auxiliadora da Silva.Todos os dias ela encontra alguns no seu quintal. Na região circunvizinha ao CSU- Centro Social Urbano, não é difícil encontrar caramujos,pois existe uma área verde próximo às residências.O que facilita a reprodução devido a umidade do solo dos terrenos baldios esta época do ano,além de favorecer à alimentação desses animais que são herbívoros. A diarista Ana Paula dos Santos moradora da localidade há 3 anos, disse que ultimamente se previne porque assistiu na TV que jogar uma solução de sabão em pó e sal no muro evita que eles subam parede à cima. Esta espécie foi trazida na década de 80 do continente africano para o Brasil, para fins comerciais de alimentação na intenção de ser uma alternativa mais barata para substituir o escargot,porém o produto não foi aceito pelo mercado e terminaram sendo soltos na natureza.Como no nosso país não existe predador natural a multiplicação aconteceu de forma muito rápida se espalhando por todos os Estados brasileiros e o que era pra ser um negócio rentável virou praga. Á Secretária Municipal de Meio Ambiente,Bárbara Sparenberj Juliano Nunes,alerta que um único caramujo desova uma média de 400 ovos por mês,tal reprodução gera necessidade de um controle contínuo, desenvolvido em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde. Atualmente à Prefeitura faz um trabalho de prevenção através de uma cartilha,onde mostra que entre os principais cuidados para prevenir doenças transmitidas pelo caracol,como meningite e apendicite aguda,estão fundamentalmente na incineração dos moluscos e o manuseio adequado com proteção de luvas ou sacos plásticos. A Secretária esclarece que “Eles devem ser postos em sacos plásticos e queimados, em seguida deve ser aberta uma vala de pelo menos 80 cm de profundidade e atirado cal para facilitar a decomposição das cinzas”.recomenda Bárbara. De Acordo com a Secretaria de Meio ambiente, o controle é feito efetivamente pela vigilância sanitária que é subordinada à Secretaria de Saúde,sendo que existe o apoio e ajuda de pessoal da Secretaria de Meio Ambiente nas coletas.E ainda lembra que somente o caramujo contaminado pode transmitir doenças. A população pode pedir ajuda ou solicitar os folhetos explicativos através do telefone da Vigilância Sanitária 3159 3300. Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Em Lorena o combate controlou a situação há algum tempo e também nunca foi registrado,nenhum caso de contaminação,isto significa que não há indícios de que estão infectados. Apesar de confirmado o controle, através da Secretaria de Meio Ambiente à Vigilância Sanitária não quis se manifestar sobre o assunto.

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